15ª passeata do rock começa hoje, às 15h e vai até domingo

A décima quinta edição da passeata do Rock em Itapetininga começa nesta sexta, 26, e termina no domingo 28. Esse ano a festa terá um dia a mais, e os amantes do Rock poderão curtir três dias de muita música. A famosa passeata terá a concentração na Praça do Rosário, no centro de Itapetininga, a saída com destino ao Clube dos Bancários (sede do evento). Confira a programação:

passeata rock2

OSNI RIBEIRO E A VIOLA DO RIBEIRINHO EM ITAPÊ

Um super show merece uma super entrevista. Mas, calma lá! Não estamos falando do Almir Sater, que estará neste domingo, dia 24, no Maison Ginez para fazer um show memorável em nossa Itapê. Nós adoramos o Almir, mas o nosso entrevistado não mora no Pantanal, ele vem lá de Botucatu e possui um currículo de muito, muito respeito:
É Osni Ribeiro, músico e compositor de primeira linha, que atua na musica desde 1981, quando começou cantando modas de viola em parceria com José Lira. Posteriormente, Osni foi participante ativo de festivais de mpb, gravou 2 cds de maneira independente, Osni Ribeiro (94) e Bebericando (96) e tem canções gravadas em diversos cds de festivais, coletâneas e por outros intérpretes. Desde 1997 desenvolve um trabalho de pesquisa e composição baseado na música do interior de São Paulo com influência rítmica e temática da música caipira. Em 97 assinou as trilhas do documentário Encanto das Águas (Globo Repórter).
Além do ineditismo de seu repertório autoral, o trabalho de Osni Ribeiro preserva e mantém a tradição musical dos bons ares de Botucatu e carrega em letra, música e rítmica a essência da música paulista, fruto da miscigenação do som mágico das violas portuguesas com o bater dos pés e mãos de nosso índios, influenciada depois por outras etnias que por aqui se instalaram.
Em 2018 integrou a coletânea Viola Paulista lançada pelo SESC e apresentou o seu novo álbum: “Arredores”, que traz quinze faixas divididas em oito canções de autoria de Osni e parceiros, quatro temas instrumentais e três releituras de compositores “conterrâneos” que ajudaram a escrever a história de nossa música caipira – Raul Torres, Serrinha e Angelino de Oliveira.
Ufa! Com um histórico desses, a gente só pode esperar coisa boa no domingo. Antes disso, confira a entrevista exclusiva que o Hora Itapê fez com o Osni. (“O home é bão memo!”)
H.I. Osni, fale sobre o novo trabalho, a inspiração, a experiência e a sensação de estar nesse novo momento…
O.R. – Chamo esse disco de “caminho da roça”, um trabalho focado em regionalismos com alguns experimentos. Um album produzido sem pressa, que me permitiu redesenhar o conceito dos meus trabalhos anteriores e que traduz muito das minhas andanças. Tem canções relativamente novas, tem velhas canções que já tem história e vida própria, tem releituras de mestres que ajudaram a consolidar minha identidade musical. Fiquei bem feliz também com as pessoas que somaram o trabalho, o Antônio Porto, que dividiu a produção comigo, as participações especiais do Fabius, Jaime Alem, Toninho Ferragutti, Cláudio Lacerda, Marcelo Pretto, José Staneck, Júlio Santin e ainda a apresentação generosa do Ivan Vilela. Enfim, em Arredores – título do disco – eu canto a viola, a saudade das boiadas, as histórias dos homens comuns. Canto sonhos, sonhados juntos, desfeitos ou acalentados. Canto amor, amizade, paixão, esperança. Canto alegrias e tristezas. Canto a vida e sentimentos que nos rodeiam. E ainda, carrego cantares de outros eras, de autênticos mestres da música e da arte.
H.I. – O Sertanejo se modificou ao longo dos anos, absorvendo elementos de outras vertentes musicais. O lado que possuia mais ligação com a cultura caipira divide espaço hoje com características de outras culturas. Qual é a sua opinião sobre essa mistura?
O.R. – Sertanejo foi um nome pomposo, criado pela indústria fonográfica porquê achavam que o termo caipira, que dava nome a essa nossa música rural era jocoso, caricato. Isso foi uma espécie de preconceito que teve motivações diversas e infundadas. Mas o que é a música caipira? Ora, é a música dos caipiras, feita pelos caipiras, no princípio portugueses que se embrenharam pelo interior e misturaram a sua cultura, e também a sua etnia, com a cultura e a etnia dos índios. Eu diria que a música caipira original é essa, as modinhas portuguesas misturadas com as sonoridades das aldeias. Tudo que veio depois disso resulta da absorção de outros elementos, mesmo em 1929, quando Cornélio Pires levou essa música ao disco. Eu defendo que ainda existe música caipira hoje, que é a música que eu faço ou que qualquer compositor que nasceu e cresceu no interior faz, porquê nós somos os caipiras. Não temos mais boiadas nas estradas, não andamos a cavalo nem de carro de boi, não vivemos em ranchinhos mas ainda somos caipiras. Quanto a mistura, no meu ponto de vista tem muita coisa que veio pra somar, pra construir e consolidar um estilo musical, somar com a nossa identidade cultural e musical, mas também tem muita coisa que veio apenas em busca de maior apelo comercial, e essas influências não perduram, não se incorporam. Gosto de pensar na ótica da “modernização” da música caipira como uma espécie de atualização de conteúdos, estéticas poéticas, harmônicas e melódicas e não apenas pela simples inserção de instrumentos, arranjos, estilos musicais ou figurinos que sejam classificados como “modernos”. Ah, e deu pra perceber que não gosto muito de utilizar o termo sertanejo, né, prefiro assumir a nossa caipirice mesmo!
H.I. – Você é amigo do nosso querido Bob Vieira. Como se conheceram?
O.R. – Conheci o Bob em 1989, num festival em São Miguel Arcanjo. Era uma dupla, Bob e Kátia. A gente se conheceu rapidamente, mas a música dele ficou na minha memória, Viola Viva. Depois disso ficamos mais de 20 anos sem nenhum contato e fomos nos reencontrar quando ambos estávamos na gestão de cultura, ele aqui e eu em Botucatu, acho que era o único estado que tinha dois secretários violeiros, rsrs. Depois disso nos aproximamos, ele esteve em Botucatu algumas vezes com a Orquestra, outras como jurado de Festival. No ano passado estivemos juntos numa coletânea que o Selo SESC lançou, com violeiros de São Paulo. O Bob é um grande artista e um amigo querido.
H.I. – Uma questão, agora, para esse seu lado gestor: A cidade de Itapetininga teve, por algum tempo, uma orquestra de viola caipira (a Teddy Vieira), que percorreu diversos locais realizando apresentações e representando a cultura caipira, mas não está em atividade. Sabemos que outras cidades também passaram por situações parecidas ou estão com grandes dificuldades em seus projetos e até em outros segmentos, como as danças tradicionais e o artesanato. O que você tem visto em suas viagens comprova isso ou existe um ambiente propício para novas possibilidades na área das orquestras e no meio como um todo?
O.R. – Como já disse, tive a felicidade de contar com a Orquestra Teddy Vieira em programações em Botucatu e em outras cidades onde colaborei com a produção. As dificuldades financeiras estão visíveis em todas as cidades e em todos os setores, mas infelizmente acredito que na gestão pública em geral falta um entendimento da real importância e poder de transformação da cultura. Temos também que ter um olhar que consiga dividir os investimentos na área entre a produção contemporânea, que não pode ser deixada de lado, as tradições que não devem ser esquecidas e o planejamento de futuro. Andando por aí consigo ver panoramas diferentes e mesmo entrando num ano que nos parece politicamente bastante complicado para a área cultural tem muita gente em busca de novos modelos de sustentação das atividades culturais, mas ainda assim, isso não exime a função do poder público de fortalecer a área e assegurar a diversidade, garantir que a arte não se torne monopólio dos meios de mídia e do mercado, o que traria riscos para a manutenção da identidade cultural de cada região.
H.I. – Você esteve recentemente no programa Sr Brasil, da TV Cultura, e cantou com outra joia da música brasileira, Rolando Boldrin. Como é dividir o palco com uma figura tão importante?
O.R. – Foi emocionante sob diversos aspectos. Primeiro porque o Sr. Brasil é referência em música de qualidade e passar por lá é quase como um selo de qualidade. Depois pelo que representa o Rolando Boldrin, na arte, na cultura, na música brasileira. Sou muito fã dele, há muito tempo, como compositor, como artista e principalmente como um catalisador da música que emerge pelo Brasil afora.
H.I. – Qual é a importância de espaços como esse da TV Cultura para a nossa cultura do interior? E depois? Você já consegue enxergar novas figuras no meio que possam fazer frente nesse cenário, como faz o Rolando Boldrin e como fazia Inezita Barroso na TV?
O.R. – Espaços como o Sr. Brasil, o Viola Minha Viola e muitos outros são imprescindíveis para a cultura em geral. Mas é visível que o impacto da TV hoje é bem menor do que nas décadas passadas. A gente está caminhando por novas veredas impulsionadas pela velocidade da informação. As relações tem mudado muito e rapidamente e o desafio é encontrar essa sintonia. Sempre teremos figuras com carisma que podem ocupar esses espaços ou mesmo criar novos espaços que aparecem todo dia nas redes. Por exemplo, aqui em Itapetininga, o Bob mesmo, me parece ter carisma e conhecimento suficientes pra encabeçar um projeto assim, que enraize e divulgue a cultura do interior. E assim devem existir muitos outros em outras cidades. Uma câmera na mão, um sonho pra plantar e a internet pra semear e colher.
H.I. – Vivemos em uma época em que tudo pode virar “cult” e cair nas graças de um público mais abrangente da noite para o dia, como se tudo fosse novidade, sobretudo porque, ao que nos parece, os jovens conhecem bem pouco sobre essa vertente. Quais seriam as referências jovens que você enxerga com potencial para uma fase (ou um sonho) como essa na música caipira?
O.R. – Eu costumo dizer, que nesse meio alternativo da música, aquele em que a gente não circula na grande mídia, a gente passa de novidade pra cult, de revelação pra mestre, sem passar pelo estrelato, rsrs. De certa forma é bacana porque a gente não precisa passar por uma porção de inconvenientes do sucesso. Os públicos também acredito que estão bastante segmentados. Tem conhecedores e admiradores de todas as vertentes e estilos musicais. Penso que os shows mais intimistas, mais próximos às pessoas e com platéias menores podem ter um crescimento de demanda nos dias de hoje. Quanto a referência pros jovens que despertem interesse nessa música caipira, reforço que a música caipira tem que se redescobrir, como contemporânea, representativa e identitária de novas gerações, assim teremos imediatamente uma gama de artistas que descobriremos caipiras e referência. Será que ficou claro, rsrs?
H.I – Almir Sater é, ao lado de Renato Teixeira, do próprio Rolando Boldrin, Inezita e de tantos outros, um dos ícones da música do interior do Brasil. Qual é a sensação de poder abrir o show dele?
O.R. – Fiquei muito feliz com o convite do Ferreira pra abrir esse show, poder incorporar o meu trabalho nesse novo modelo que eles estão experimentando. Os trabalhos, meu e dele, tem muitas afinidades e acredito que o público que gosta do Almir vai gostar de conhecer viola do Ribeirinho, rsrs. No final são duas grandes oportunidades, tocar e cantar pra uma platéia numerosa, qualificada e identificada com a música de viola, a música regional e também pisar no mesmo palco de um ídolo, referência pra gerações de novos artistas.
H.I. – Você poderia compartilhar com a gente as suas referências na música, de forma geral e no segmento caipira?
O.R. – Tenho um gosto e o pensamento também, bastante ecléticos com relação a música e como já disse, levo essa idéia de segmento caipira, como a música feita pelos caipiras e sou um deles. Tenho alguns autores que aprecio demais, Chico Buarque, Renato Teixeira, Aldir Blanc, Raul Torres, Angelino de Oliveira, Catulo… nossa é muita gente que com atenção reconheço dentro do meu trabalho, como referência artística e musical.
Osni Ribeiro Trio e Almir Sater estarão neste domingo, dia 24, no Maison Ginez. A apresentação do Osni será às 18h30min e, a do Almir, às 20h. O local será aberto ao público a partir das 18h. Ingressos à venda na Loja Charmosa ou pelo site: www.megabilheteria.com
Para obter maiores informações, ligue para 14 9 9833-6199
(As informações sobre o show estão no material de divulgação do evento, sendo de responsabilidade de seus produtores)

Biblioteca de Itapetininga é contemplada com 100 mil reais para modernização

Itapetininga está entre os 18 municípios do país que receberão verba do Governo Federal e passarão a ter acesso a bibliotecas públicas com mobiliário e equipamentos modernos, além de licenças de livros digitais.  O anúncio foi feito na última quarta (09) pelo antigo Ministério da Cultura, agora Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania.

Segundo o edital, a biblioteca poderá passar por melhorias na parte estrutural e adquirir equipamentos modernos de leitura, como os e-readers (leitores digitais).

O objetivo do projeto “Bibliotecas Digitais” é a implantação de bibliotecas digitais dentro das bibliotecas públicas. A parceria estipula o repasse de R$ 100 mil da Secretaria Especial da Cultura. A prefeitura de Itapetininga entrará com a contrapartida de R$ 25 mil.

Os municípios vencedores do edital foram: Gravataí, Gramado, Bento Gonçalves e Campo Bom no Rio Grande do Sul. Cedro, São Benedito, Iguatu e Pentecoste no Ceará. São Caetano do Sul, Itanhaém, Itapetininga e São Carlos em São Paulo. Em Minas Belo Horizonte, Juiz de Fora e Bom Despacho. Também foram contemplados os municípios de Cuiabá (MT), Belém (PA) e Brasília (DF).

Esquadrilha da Fumaça se apresenta em Itapetininga dia 06 em comemoração ao dia das mães.

O “Domingo no Parque” especial em Comemoração ao Dia das Mães acontece no próximo dia 6 de maio, a partir das 13 horas, na praça dos Três Poderes, no Jardim Marabá.

Numa participação mais que especial, a “Esquadrilha da Fumaça”, da Força Aérea Brasileira, fará uma demonstração no município às 16 horas. As sete aeronaves da Esquadrilha já sobrevoaram a cidade num voo de reconhecimento neste domingo (22) e despertaram a curiosidade da população.

 

Confira as atrações e atividades do evento:

– Shows musicais

– Atrações esportivas

– Grupo “Encena Brasil” com teatro, contação de história e dança

– Orientações à saúde

– Vacinação Antirrábica

– Tenda das ONG’s de proteção animal para recebimento de doação de ração para Cães e gatos

– Orientações da Defesa Civil e Mini Cidade de Trânsito

– Tenda do Fundo Social de Solidariedade para doações da Campanha do Agasalho e venda de artesanato

– Espaço kids com pintura e dobradura para os pequenos

– Ônibus “Biblioteca Itinerante”

A programação segue até 20 horas com muito entretenimento e lazer para os públicos de todas as idades.

Prestigie e traga sua família!

Sobre a Esquadrilha da Fumaça:

 

A Esquadrilha da Fumaça originou-se pela iniciativa de jovens instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, sediada na cidade do Rio de Janeiro. Em suas horas de folga, os pilotos treinavam acrobacias em grupo, com o intuito de incentivar os Cadetes a confiarem em suas aptidões e na segurança das aeronaves utilizadas na instrução, motivando-os para a pilotagem militar.

Seguindo sempre os últimos avanços em sistemas aviônicos, em março de 2013, a Esquadrilha da Fumaça iniciou o processo de implantação operacional e logística das aeronaves A-29 Super Tucano. As cores da Bandeira do Brasil continuam a compor a pintura do novo avião, que ganhou tonalidades mais fortes e marcantes: a própria Bandeira Nacional é destacada na cauda do A-29, ressaltando o alto grau tecnológico da indústria brasileira e o excelente profissionalismo dos pilotos da Força Aérea, além de evocar o sentimento patriótico do público.

Diante do reconhecimento nacional e internacional, concretizou-se como instrumento de difusão da política de Comunicação Social do Comando da Aeronáutica, atingindo um lugar de destaque nos principais meios de comunicação dos países por onde passa.

(Fonte: site da Força Aérea Brasileira)

 

Serviço:

“Esquadrilha da Fumaça”

Data: 6 de maio

Horário: a partir das 16 horas (atividades a demais atrações a partir das 13 horas)

Local: Praça dos Três Poderes – Jardim Marabá

O que fez o 8 de março ser o dia internacional da mulher?

O dia 8 de março é o resultado de uma série de fatos, lutas e reivindicações das mulheres (principalmente nos EUA e Europa) por melhores condições de trabalho e direitos sociais e políticos, que tiveram início na segunda metade do século XIX e se estenderam até as primeiras décadas do XX.

No dia 8 de março de 1857, trabalhadores de uma indústria têxtil de Nova Iorque fizerem greve por melhores condições de trabalho e igualdades de direitos trabalhistas para as mulheres. O movimento foi reprimido com violência pela polícia. Em 8 de março de 1908, trabalhadoras do comércio de agulhas de Nova Iorque, fizeram uma manifestação para lembrar o movimento de 1857 e exigir o voto feminino e fim do trabalho infantil. Este movimento também foi reprimido pela polícia.

No dia 25 de março de 1911, cerca de 145 trabalhadores (maioria mulheres) morreram queimados num incêndio numa fábrica de tecidos em Nova Iorque. As mortes ocorreram em função das precárias condições de segurança no local. Como reação, o fato trágico provocou várias mudanças nas leis trabalhistas e de segurança de trabalho, gerando melhores condições para os trabalhadores norte-americanos.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem ao movimento pelos direitos das mulheres e como forma de obter apoio internacional para luta em favor do direito de voto para as mulheres (sufrágio universal). Mas somente no ano de 1975, durante o Ano Internacional da Mulher, que a ONU (Organização das Nações Unidas) passou a celebrar o Dia Internacional da Mulher em 8 de março.

Objetivo da Data 

 Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

 Conquistas das Mulheres Brasileiras

 Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

 Marcos das Conquistas das Mulheres na História 

 – 1788 – o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.

 – 1840 – Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.

 – 1859 – surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.

 – 1862 – durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.

 – 1865 – na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.

 – 1866 – No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas.

 – 1869 – é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres.

 – 1870 – Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.

 – 1874 – criada no Japão a primeira escola normal para moças.

 – 1878 – criada na Rússia uma Universidade Feminina.

 – 1893 – a Nova Zelândia torna-se o primeiro país do mundo a conceder direito de voto às mulheres (sufrágio feminino). A conquista foi o resultado da luta de Kate Sheppard, líder do movimento pelo direito de voto das mulheres na Nova Zelândia.

 – 1901 – o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres.

 – 1951 – a OIT (Organização Internacional do Trabalho) estabelece princípios gerais, visando a igualdade de remuneração (salários) entre homens e mulheres (para exercício de mesma função).

 Você sabia?

 – No Brasil, comemoramos em 30 de abril o Dia Nacional da Mulher.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE CARNAVAL EM ITAPÊ

Vai curtir o Carnaval em Itapê? A programação para a folia vai contar com desfiles de alegorias, escolas de samba e blocos de carnaval, oficinas culturais e artísticas, “Festival do Boteco”, matinês e apresentações musicais. Veja as datas e horários:

Terça-feira (06)

18h30 – Música e Confecção de alegorias e Decoração de Máscaras (em frente ao Centro Cultural e Histórico, no Largo dos Amores)

Quarta-feira (07)

18h30 – Música e Confecção de alegorias e Decoração de Máscaras (Rua Antônio Santoni, no Jardim Fogaça)

Quinta-feira (08) Largo dos Amores

19h – Abertura Festival do Boteco

19h – Festival de Marchinhas e confecção de alegorias

21h – Grupo FutSamba

Sexta-feira (09) Largo dos Amores

16h – Matinê

18h – Festival do Boteco

18h – Decoração de Máscaras

20h – Banda Municipal “Maestro Edil Lisboa”

22h – Grupo Kizumbamba

Sábado (10) – Largo dos Amores

16h – Matinê

14h30 – Festival do Boteco no Largo dos Amores

14h30 – Decoração de Máscaras no Largo dos Amores

16h30 – “Grito de Carnaval” com desfile do Bloco “É Luxo Só” com concentração na Praça do Fórum, percorrendo a rua Campos Salles e chegada ao Largo dos Amores

20h – Banda Municipal “Maestro Edil Lisboa”

22h – Cabras & Da Peste

Domingo (11)Largo dos Amores

16h – Matinê

14h30 – Festival do Boteco e Decoração de Máscaras

20h – Banda Municipal “Maestro Edil Lisboa”

20h30 – Desfile das Escolas de Samba e Blocos na rua Virgílio de Rezende

22h – Du Bertolai e amigos

Segunda-feira (12) – Largo dos Amores

16h – Matinê

18h – Festival do Boteco e Decoração de Máscaras

20h – Banda Municipal “Maestro Edil Lisboa”

22h – Quarteto Calriô- participação especial de Larissa Targa

Terça-feira (13) Largo dos Amores

14h30 – Festival do Boteco e Decoração de Máscaras

16h – Matinê

20h – Banda Municipal “Maestro Edil Lisboa”

20h30 – Desfile das Escolas de Samba e Blocos na rua Virgílio de Rezende

22h – Projeto Maracutaia

 

 

ITAPETININGA REALIZA II ROCKULTURA

O fim de semana de sete de setembro, vai ter muito rock’n’roll em Itapê, com o festival Rockultura – Independência ou Rock! A ideia é fortalecer o movimento e trazer de volta aquela energia dos bons tempos do Rock em Itapetininga, a Secretaria de Cultura e Turismo, em parceria com o Espaço do Som Rock Bar e de nada menos que 14 bandas, preparou 4 dias de muito som no Largo dos Amores.

Como  e onde será?

 Serão 14 bandas, de diversos estilos, 4 bandas nos dias 7, 9 e 10, a partir das 15h, e 2 bandas na noite do dia 8, a partir das 19h;
– O evento será aberto, na praça,  Largo dos Amores, em frente ao Centro Cultural, totalmente gratuito. É só chegar!

Quem vai tocar?

QUINTA – 7/9

15h – Vício (Americana);
16h30min – Sancho’s (Itapetininga);
18h – On D´ Rock’s (Itapetininga);
19h30min – Double 3 (Itapetininga);

SEXTA – 8/9

19h – Alliens 182 (Itapetininga);
20h30min – Whisper (Itapetininga);

SÁBADO – 9/9

15h – Phoenix (Itapetininga);
16h30min – Descartáveis (Itapetininga);
18h – War Ind. Inc. (Santo André);
19h30min – XXXXX (Itapetininga);

DOMINGO – 10/9

15h – Johnny Boy (Itapetininga);
16h30min – Retrato pra Iáiá (Itapetininga);
18h – TGilrz (Itapetininga);
19h30min – Projeto Estação (Itapetininga);